domingo, 17 de fevereiro de 2008
Do lado!
Ele disse "Tira a roupa"
Ela disse "Tiro não"
E foi aquele empurra empurra,
até ele acender um cigarro sentado num lado da cama
e ela ficar sorrindo sozinha do outro.
Bichos difíceis!
Ela disse "Tiro não"
E foi aquele empurra empurra,
até ele acender um cigarro sentado num lado da cama
e ela ficar sorrindo sozinha do outro.
Bichos difíceis!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Peça.
Peço que a Srta. se retire,
Veloz, muito veloz
E não me deixe ver seus movimentos dançantes e harmônicos deixarem o quarto,
(é possível que peça para voltar)
Peço que se vista,
Veloz, muito veloz,
E não se olhe de lado no espelho, de soslaio. (e deixa uma última madeixa beijando as maçãs bronzeadas)
N.T.P.D
Veloz, muito veloz
E não me deixe ver seus movimentos dançantes e harmônicos deixarem o quarto,
(é possível que peça para voltar)
Peço que se vista,
Veloz, muito veloz,
E não se olhe de lado no espelho, de soslaio. (e deixa uma última madeixa beijando as maçãs bronzeadas)
N.T.P.D
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
A Vida
A vida é uma peça de teatro
que não permite ensaios.
Por isso,
cante,
chore,
dance,
ria
e viva intensamente,
antes que a cortina se feche
e a peça termine
sem aplausos."
( Charles Chaplin ) por Tony Borba.
que não permite ensaios.
Por isso,
cante,
chore,
dance,
ria
e viva intensamente,
antes que a cortina se feche
e a peça termine
sem aplausos."
( Charles Chaplin ) por Tony Borba.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Caixinha com Laço Vermelho!
Srta.,
Tenho um presente.
Não sei se chamo de novidade
Ou de pedaço de bondade,
Mas acho que deve vir buscar
Srta.,
Meu presente é amargo
Um pedaço de encargo
Desígnio que devo suportar.
Srta.
Tenho um presente,
Às vezes contente,
Como carnaval no peito,
Às vezes desfeito,
Como sentença no dia anterior
Srta.
Tenho um presente,
Parece um frisson,
Um barulho freqüente
Apertando o fígado,
E questionando o destino.
Srta.,
Tenho um presente,
Quero te(r) um futuro.
Onde está você?
Tenho um presente.
Não sei se chamo de novidade
Ou de pedaço de bondade,
Mas acho que deve vir buscar
Srta.,
Meu presente é amargo
Um pedaço de encargo
Desígnio que devo suportar.
Srta.
Tenho um presente,
Às vezes contente,
Como carnaval no peito,
Às vezes desfeito,
Como sentença no dia anterior
Srta.
Tenho um presente,
Parece um frisson,
Um barulho freqüente
Apertando o fígado,
E questionando o destino.
Srta.,
Tenho um presente,
Quero te(r) um futuro.
Onde está você?
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
CAMILA
A vida é sempre um sopro de felicidade
Quando Camila agora amiga faz morada
Em coração já bem cansado
E calejado nessa arte de viver
E viver bem, querer bem, querer
Essa certeza de saber reconhecer
Que essa certeza que você
É só do bem e que faz bem
Querer viver assim também
Na vasta luz, que vem de ser
Feliz e ser normal, banal,
Fenomenal, Teatral, Especial
Simplesmente estrela fulgural,
Na simples paz de ver o mundo,
E reviver que ser feliz igual você,
É simples, mente,
Corpo, alma
E Paz
Tony Borba
Quando Camila agora amiga faz morada
Em coração já bem cansado
E calejado nessa arte de viver
E viver bem, querer bem, querer
Essa certeza de saber reconhecer
Que essa certeza que você
É só do bem e que faz bem
Querer viver assim também
Na vasta luz, que vem de ser
Feliz e ser normal, banal,
Fenomenal, Teatral, Especial
Simplesmente estrela fulgural,
Na simples paz de ver o mundo,
E reviver que ser feliz igual você,
É simples, mente,
Corpo, alma
E Paz
Tony Borba
terça-feira, 20 de novembro de 2007
INSENSATEZ
Não consigo imaginar
A solidão dentro do seu peito,
Prefiro disfarçar a imperfeição
Do nosso amor perfeito.
Num toque a sorte...
Por perto, você vem,
Me deixa seco,
Distração,
Ilusão de ter.
Não sei se perdi, se ganhei...
Tempo que nunca acaba.
Prefiro imaginar
Que a solidão é real,
E sem você
O tempo acaba,
A Rua acaba,
O mundo acaba,
A vida acaba.
Quando acordar...
Amanhã...
Estarei num novo tempo.
Tony Borba
A solidão dentro do seu peito,
Prefiro disfarçar a imperfeição
Do nosso amor perfeito.
Num toque a sorte...
Por perto, você vem,
Me deixa seco,
Distração,
Ilusão de ter.
Não sei se perdi, se ganhei...
Tempo que nunca acaba.
Prefiro imaginar
Que a solidão é real,
E sem você
O tempo acaba,
A Rua acaba,
O mundo acaba,
A vida acaba.
Quando acordar...
Amanhã...
Estarei num novo tempo.
Tony Borba
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Nem Sempre!
Ela gosta de se vender.
Eu compro.
Ela gosta de entreter
Eu danço.
Ela gosta de aparecer
Eu vejo.
Ela quer me ver morrer.
Eu Beijo.
Eu compro.
Ela gosta de entreter
Eu danço.
Ela gosta de aparecer
Eu vejo.
Ela quer me ver morrer.
Eu Beijo.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
LEMBRANÇAS
Falar da vida assim...
É pensar que triste é o fim,
Poder reconhecer
que perder pra ter você
é ver amanhecer
pra ser feliz sem ter.
Falar da vida...
É ter que esquecer sua partida.
E saber que esquecer
é ver perder
mais uma vez
e não saber fazer
Falar...
É ter você mais uma vez pra amar
E não falar que a fome de você,
Vai me matar
e finalmente não vou ter.
Tony Borba
É pensar que triste é o fim,
Poder reconhecer
que perder pra ter você
é ver amanhecer
pra ser feliz sem ter.
Falar da vida...
É ter que esquecer sua partida.
E saber que esquecer
é ver perder
mais uma vez
e não saber fazer
Falar...
É ter você mais uma vez pra amar
E não falar que a fome de você,
Vai me matar
e finalmente não vou ter.
Tony Borba
domingo, 21 de outubro de 2007
BUSCA
A grandeza cósmica da vida espanta ...
com um milhão de sentimentos bons
e coisas ruins que ela nos reserva.
Perdemos a oportunidade de sermos felizes.
Ninguém imaginou
O que hoje vivemos,
O que tentamos planejar
Com imensa autoridade.
Apenas,
Guardamos secretamente
A ilusão de sermos felizes.
Tony Borba
com um milhão de sentimentos bons
e coisas ruins que ela nos reserva.
Perdemos a oportunidade de sermos felizes.
Ninguém imaginou
O que hoje vivemos,
O que tentamos planejar
Com imensa autoridade.
Apenas,
Guardamos secretamente
A ilusão de sermos felizes.
Tony Borba
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Febril!
De corpo presente,
Te espero presente:
Salvação da ausência fébril
Que faz o fígado chutar os comparsas.
Curo minhas surpresas
De ausências premiadas
Com sede abstêmia,
Que é como consigo viver.
Já, now, eu e você
Somos como vinho no gargalo,
Como cigarro sem filtro
Como qualquer uma
Pra me esquecer
Tua ausência estupefata.
E esqueci.
E viro poesia,
Porra de poesia,
Que é luta livre
De ausência flamejante.
De corpo presente,
Não te espero presente,
Nem amores em caixas,
Nem encaixes perfeitos.
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