No horizonte do meu quarto
Eu parto em busca de futuro
E curto o curto êxtase de ser
O ser que eu não sou
Jamais serei e
Jamais direi que não serei
As realidades já vividas
Em fantasias reprimidas
No meu velho quarto futurista
Em que o artista desistiu
De quase todos os seus horizontes
Vistos do alto de uma ponte
Que a vida construiu
E que o artista resistiu.
Tony Borba
domingo, 29 de julho de 2007
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Um comentário:
Na linha do texto de René Rilke. Muito bom, a resistência do artista... os horizontes do quarto..
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